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sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Ex-médico é condenado a 13 anos por morte de paciente em lipoaspiração

O ex-médico Denísio Marcelo Caron foi condenado por um júri popular nesta quinta-feira em Goiânia (GO) a 13 anos de prisão em regime fechado. Os jurados o consideraram culpado da morte da oficial de justiça Flávia de Oliveira Rosa, 23 anos, ocorrida em março de 2001, em decorrência de complicações em uma cirurgia de lipoaspiração realizada por ele. Flávia morreu seis dias após ser operada, por ter sofrido uma perfuração no fígado.

Caron, que teve o registro de médico cassado pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), é apontado como responsável pela morte de cinco mulheres em cirurgias no Distrito Federal e em Goiás, onde atuava como cirurgião plástico mesmo sem ter especialização na área. Já foi condenado por outros três casos, além da morte de Flávia Rosa. Tem também uma condenação e 29 acusações de lesão corporal, além de estelionato.

terça-feira, 18 de junho de 2013

Prefeitura é condenada a indenizar vítima de erro médico

A Prefeitura de Bom Jesus da Selva foi condenada a pagar indenização de R$ 120 mil por danos morais, reparação por danos materiais e pensão mensal de um salário mínimo à família de um paciente que morreu vítima de choque anafilático em um hospital público da cidade. A decisão é da 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJ-MA).
A esposa e dois filhos do paciente ajuizaram ação de indenização, alegando que ele foi levado ao hospital municipal após sentir-se mal, em março de 2006. Chegando lá, ele foi encaminhado ao ambulatório para receber

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Hospital do RN apura se houve erro médico na morte de menina de 2 anos


Deyse Kelly Félix da Silva, de 2 anos, ainda foi socorrida com vida (Foto: Marcelino Neto)

A direção do Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM), ainda não se pronunciou oficialmente sobre a morte da menina Deyse Kelly Félix da Silva, de 2 anos, morta após ser baleada na noite da última sexta-feira (24) durante uma briga de gangues no bairro Barrocas, em Mossoró, na região Oeste potiguar. No entanto, a assessoria de imprensa do hospital confirmou que um procedimento interno foi instaurado para apurar se houve falha no atendimento. Deyse foi socorrida à unidade com um tiro na coxa esquerda. Depois de ser medicada, foi liberada. Mais tarde, após sentir dores, a menina foi levada à Unidade de Pronto-Atendimento do bairro Santo Antônio, onde morreu. Segundo perícia feita pelo Instituto Técnico-Científico de Polícia em

terça-feira, 21 de maio de 2013

Morte de bebê pode ter sido causada por erro médico; comissão investiga

               
Uma comissão de médicos foi formada para investigar o caso da morte de bebê com 27 dias de nascido, Kauã Castro Feitosa, após ser internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital de Base Ary Pinheiro, em Porto Velho. Dois médicos que atenderam a criança no Hospital Infantil Cosme e Damião serão investigados após terem liberado o bebê sob o argumento de que estava com fome. No dia seguinte, Kauã foi internado no Hospital de Base e faleceu com 90% dos pulmões comprometidos devido a uma pneumonia. A ocorrência foi registrada na Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA).

Após tomar conhecimento sobre a morte, a Secretaria Estadual de Saúde (Sesau) criou uma comissão para investigar a conduta dos dois médicos que atenderam Kauã nos dias 15 e 17 de abril no Hospital Infantil Cosme e

quarta-feira, 6 de março de 2013

Polícia corrige termo em gravação que incrimina médica no Paraná


                 
Após transcrever escutas telefônicas, que motivaram a prisão da médica Virgína Soares, acusada de acelerar a morte de pacientes em UTI no Hospital Evangélico de Curitiba (PR), a Polícia Civil do Estado trocou alguns termos no inquérito. Virgínia teria dito que estava "com a cabeça tranquila para assassinar", porém, a nova versão apresentada no inquérito, seria "com a cabeça tranquila para raciocinar".
Por meio de nota, o Departamento da Polícia Civil informa que a delegada do Núcleo de Repressão aos Crimes Contra a Saúde (Nucrisa) Paula Brisola não poderia comentar nada sobre as interceptações telefônicas realizadas já que estão "sob sigilo legal". Segundo o texto, "se alguém tomou conhecimento de parte do inquérito, via advogados de defesa e nunca Polícia Civil". Ao ler a

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Morre manicure que entrou em coma após lipoaspiração em São Carlos


A manicure Nayara Cristina Patracão, de 24 anos, que no mês passado sofreu complicações após fazer uma lipoaspiração na cidade de Descalvado, interior de São Paulo, morreu, na quinta-feira (07), na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da Casa de Saúde de São Carlos, também no interior paulista, onde estava internada, em decorrência de uma parada cardiorrespiratória.
Nayara ficou um mês em coma, respirando com a ajuda de aparelhos. Em nota, o hospital informou que "todos os procedimentos de reanimação foram tomados pelos médicos intensivistas de plantão, mas, em função do estado gravíssimo em que já se encontrava a paciente, não houve resposta".

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Secretário reforça suspeita de erro médico

A Secretaria de Saúde, o Ministério Público e o Conselho Regional de Medicina abriram procedimentos para investigar se uma dose muito elevada de adrenalina foi a causa damorte de uma menina de um ano e sete meses de idade na tarde da última quarta-feira.

Rafaela Luiza Formiga Morais foi levada pela mãe, Jane Formiga, 31, à emergência do HMIB (Hospital Materno-Infantil de Brasília), na Asa Sul, com manchas vermelhas pelo corpo.
 
Uma pediatra da unidade diagnosticou o caso como crise de alergia e teria receitado uma injeção de 3,5 ml de adrenalina para a criança. O remédio foi aplicado e Rafaela começou a passar mal.
 
Com a piora do quadro, a menina foi transferida para a UTI (Unidade de

Três pessoas morrem após exame de ressonância em hospital de Campinas


Três pessoas morreram após realizarem exames de ressonância magnética no hospital Vera Cruz, em Campinas, interior de São Paulo, na segunda-feira (28). Hoje, a Secretaria Municipal de Saúde enviou um comunicado para que todos os hospitais e clínicas da cidade suspendam os exames de ressonância magnética e tomografias com uso de contraste. A medida valerá até que seja descoberta a causa das mortes.
Na segunda, a Vigilância em Saúde já havia interditado o setor responsável pelo procedimento no Vera Cruz, que é particular e uma referência nesses tipos de exame. A vigilância vai investigar, entre outras causas, se o contraste